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Mediação – Uma questão de confiança

Publicada em: 22 Nov 2011      Fonte: Oje

Quando falamos de seguros, falamos essencialmente de duas coisas: segurança e futuro.

Todos os dias lidamos com pessoas, famílias, e empresas que buscam produtos e soluções que lhes permitam, alicerçados no primeiro, assegurar o segundo.
Por Oscar Herencia * Todos os sectores podem, de alguma forma, advogar o seu impacto na vida de cada um mas poucos como o dos seguros podem afirmar com tanta propriedade terem uma preponderância tão vasta nos planos de médio e longo prazo.
É precisamente por esta razão que o papel do mediador é tão fulcral. O facto de serem responsáveis pelo contacto directo com os clientes e de serem de alguma forma o "rosto da empresa" perante o público, confere-lhes uma responsabilidade acrescida. É a eles que os clientes, sejam empresas ou particulares, confiam as suas preocupações, os seus objectivos, as suas necessidades.
Por melhores que sejam as soluções de uma determinada organização, é a componente humana que ganha e perde clientes, que está em condições de os orientar, de os informar sobre qual será a melhor opção. Para isso é essencial estabelecer uma relação de confiança, de compromisso.
Numa altura em que a conjuntura económica não é a mais favorável, torna-se ainda mais difícil a certas pessoas tomarem certo tipo de decisões cujo alcance futuro pode ser enorme. O que está em causa é o seu futuro, as suas despesas, em última instância a qualidade de vida não só do próprio como potencialmente da sua família.
Os mediadores de seguros têm, desta forma, a responsabilidade não apenas de saber informar os clientes sobre o que é a sua empresa lhes pode aportar, mas também o dever de saber ouvir. De saber auscultar o que é que afinal os moveu a tomar a decisão de investir numa apólice e finalmente de identificar a melhor solução para responder a essa necessidade.
A actual situação financeira que assola o nosso país acarreta desafios mas também a oportunidade de reeinventar o papel do mediador, sublimando ainda mais essa capacidade de estabelecer uma relação de confiança com cada cliente. Naturalmente, esta matriz deve também ser cumprida para com a própria empresa, que tem no mediador um dos principais veículos dos seus valores, da sua excelência e da sua visão.
Em suma, se a segurança e o futuro são as paredes que revestem a solidez do mundo dos seguros, a confiança é sem dúvida o seu principal alicerce.

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